Admin On segunda-feira, 4 de maio de 2026 1 Comment

Gênero: Ação
Ano: 2025
Hacked: PYoshi
Junko salvou um pequena cobra que sofria sob o sol escaldante. A partir daquele dia, onde quer que ela fosse, a cobra a seguia. A criatura estava sempre lá, até mesmo nos sonhos da garota. Naquelas noites, naqueles sonhos, a cobra se erguia sobre ela. A criatura dizia que devia gratidão a ela por ter salvado sua vida. A gratidão, porém, não era suficiente. A cobra queria venerá-la e me mantê-la neste sonho para sempre. Diante de tal situação, Junko busca uma forma de derrotar a criatura e se livrar desse pesadelo.
De imediato, Super Junkoid DX é uma hack de Super Metroid que se destaca por não ser mais apenas uma edição com uma nova aventura com a Samus. Trata-se, neste caso, de um novo jogo que se aproveita das mecânicas e da engine de SM, que resulta num excelente novo metroidvania.
Seus visuais e ambientes são belissimamente elaborados para deixar o jogador em constante alerta e com a sensação pertubadora pela realidade distorcida que Junko é forçada a vivenciar dentro de um pesadelo.  As texturas são quase todas praticamente novas. Os sprites da Junko são muito bem feitos e transmitem uma sensação de familiaridade. A estética, no geral, é simplesmente épica.
A trilha sonora é competente e cumpre a tarefa de traduzir todo o mistério e melancolia etérea do jogo. Há uma ou duas faixas de Metroid adaptadas à atmosfera de Junkoid, e que foram ajustadas de forma precisa para transmitir a sensação que o mundo de Junkoid deveria ter. A trilha sonora de Junkoid foi composta de uma forma que a música se torna parte integrante de jogo e não apenas um detalhe acessório. Por outro lado, os efeitos sonoros são muito familiares de SM, apesar da atmosfera completamente diferente do jogo. Efeitos novos teriam sido mais adequados.
Para aqueles que estão indecisos por receio da dificuldade, não se preocupem. Este não é um daqueles jogos hackeados extremamente difíceis. A dificuldade é até menor que a de Super Metroid, então este jogo pode ser apreciado por jogadores menos experientes.
Super Junkoid DX é uma reimaginação assombrosa de Super Metroid que transforma o familiar em algo surreal e profundamente perturbador. Com visuais impressionantes, design de som arrepiante e mecânicas inovadoras, parecendo mais um título original do que uma simples modificação. É igualmente belo e aterrorizante, tornando-se uma experiência altamente recomendada para fãs de romhacks.


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Admin On domingo, 3 de maio de 2026 0 Comments

Gênero: Aventura
Ano: 2026
Hacked: KFin45
Já tivemos três hacks que tornam os animais parceiros de Donkey Kong Country 2 em personagens principais da aventura. Rambi's Revenge, possibilita jogar com Rambi, o rinoceronte. Rattle Royale, com Rattle, a cobra, e Squitter's Spider Quest, com Squitter, a aranha.

Mas agora temos algo totalmente inesperado, em Clapper's Quest o jogador assume o controle de Clapper, a foca. Originalmente em DKC2, Clapper tem uma habilidade muito única de resfriar temporariamente água fervente em água normal para nadar ou congelá-la para permitir andar por cima dela. Clapper então baterá palmas para significar a mudança, daí seu nome.
Nessa dasafiante hack, Clapper ganhou a habilidade atirar peixes no inimigos, similar ao que a aranha Squitter faz ao atirar teias. Este hack modifica o jogo para torná-lo mais fácil e divertido com Clapper, incluindo algumas mecânicas e nuances exclusivas relacionadas a ela. O hack possui três mundos com uma boa variedade de fases, e todas as moedas DK foram redistribuidas. Ele também inclui bônus e outras surpresas. A pontuação máxima é de 58%. Cada fase tem uma moeda DK, incluindo duas fases de chefes, além de uma moeda secreta escondida em algum lugar, caso você queira completar o jogo totalmente.

Está pronto para o desafio em Clapper's Quest?


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Admin On sábado, 2 de maio de 2026 0 Comments

Gênero: Aventura
Ano: 1991
Fabricante: Game Freak / Sony Imagesoft
A história de Smart Ball, conhecido como Jerry Boy no Japão, é bastante cômica, pois toda a trama gira em torno de ciúme e vingança. Jerry, o protagonista do jogo, uma bola azul semelhante a uma gosma, era um príncipe e governava um reino. No entanto, seu irmão, Tom, sente ciúmes porque ambos desejam o amor da princesa Emi. Tom, irmão de Jerry, contrata um poderoso feiticeiro que transforma Jerry nessa criatura esférica azulada e gelatinosa. Agora, Jerry, transformado nessa gosma azul, precisa encontrar uma maneira de recuperar sua antiga forma humana e se vingar de seu irmão Tom.

Por algum motivo, a história na versão americana do jogo (Smart Ball) foi limada, ou seja, foi cortada. Portanto, caso queira acompanhar a história, prefira a versão japonesa (Jerry Boy), que felizmente tem uma tradução em inglês feita por fãs.
Dentro da simplicidade visual deste jogo, existe um nível artístico muito cuidadoso. Um jogo graficamente colorido, muito vibrante, até delicado em certos aspectos e cenários, que, apesar de não ser o melhor graficamente da sua época, com essa simplicidade conseguiu criar um jogo visualmente impactante e agradável.

Smart Ball é um jogo voltado para crianças, algo bastante óbvio devido ao seu aspecto gráfico. Até mesmo os inimigos do nosso protagonista são fofinhos e têm designs que combinam com esse mundo fantástico e cores vibrantes; às vezes, é até um pouco triste eliminá-los, mas é necessário. O jogo conta com um bom conjunto de animações, tanto do nosso personagem principal quanto dos inimigos e NPCs, com movimentos bem definidos e que refletem muito bem a atmosfera alegre que o jogo transmite.
A trilha sonora não possui uma sinfonia espetacular ou uma composição do nível de Final Fantasy, mas o que ela alcança com notas musicais bem elaboradas é muito bom. A trilha sonora encaixa-se perfeitamente e realça ainda mais todo o seu aspecto "delicado" e "fofo", com melodias alegres que até nos incitam à aventura. Mas quando necessário, em momentos em que enfrentamos chefes finais ou o cenário não é um pastagem ou uma floresta alegre, a música muda para algo um pouco mais "sério", por assim dizer, criando assim uma atmosfera de acordo com o que estamos vendo e jogando.
Smart Ball é um jogo com mecânicas muito simples, mas ainda assim tão bem implementadas que o tornam extremamente divertido, mesmo sendo um jogo relativamente fácil, já que foi desenvolvido para um público mais infantil. Mesmo assim, é divertido independentemente da idade do jogador. Como um bom jogo de plataforma, a habilidade mais básica desse tipo de jogo é o pulo, uma habilidade que é garantida e executada muito bem neste jogo. Este é um aspecto muito importante em um jogo de plataforma: se um videogame tem um sistema de pulo ruim, o resultado final será apenas uma experiência frustrante e irritante. No entanto, isso não é algo com que devemos nos preocupar em Smart Ball. Seu sistema de pulo é adequado e, além disso, Jerry, nosso protagonista, consegue se apoiar e escalar paredes, basicamente grudando nelas e rastejando.
Mas, além dessas habilidades básicas, para eliminar nossos adoráveis ​​inimigos, Jerry pode realizar alguns ataques. O mais clássico de todos é a habilidade de pular sobre os inimigos, uma habilidade herdada dos jogos mais antigos da humanidade. Além disso, Jerry, usando sua elasticidade característica de gosma, pode atacar os inimigos por baixo, esticando seu corpo gelatinoso. Essa habilidade também serve para se mover entre canos. Mas Jerry não se limita a isso; ao obter uma espécie de fruta ou algo semelhante que brota de plantas encontradas nos cenários, ele pode usá-la como arma de arremesso, tornando-se assim uma arma de longo alcance.
Smart Ball é um daqueles jogos tão fáceis, mas tão divertidos, que vale a pena jogar para relaxar um pouco, já que não apresenta um desafio extremamente difícil; pelo contrário, é um jogo fácil, mas que não fica entediante em nenhum momento, além de ter uma duração curta.


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Admin On sexta-feira, 1 de maio de 2026 0 Comments

Gênero: Aventura
Ano: 2026
Hacked: Burst Man


A Princesa Peach foi sequestrada! De novo! Cabe ao Mario explorar as Ilhas Gemstone e resgatá-la mais uma vez.

Adventure in Gemstone Islands é uma hack tradicional de Super Mario World com foco em plataformas e design de fases, mantendo-se fiel à fórmula clássica de Mario, mas adicionando algumas ideias novas. Esta é uma versão atualizada que apresenta muitas mudanças e melhorias, incluindo três novas fases. Contém 8 mundos e 73 saídas.
Graficamento o jogo conta com cenários bem coloridos e diversos. A ambientação diversificada torna a progressão da jogatina agradável e estimulante para sempre continuar e exlorar novas fases. A trilha sonora é bem variada e traz uma ótima seleção de músicas clássicas, remixes, inéditas e de outros jogos.
O design do mapa e das fases são ótimos. São simples, mas efetivos. As saídas secretas não são excessivamente ocultas, mas ainda demandam exploração por parte do jogador. Da mesma forma, a coleta de todas as moedas grandes requer exploração cuidadosa de cada fase, caso o jogador queira completar o jogo em sua totalidade.
A dificuldade é intermediária, ou seja, está um pouquinho acima da padrão, mas sem ser difícil. A dificuldade é progressiva, vai aumentando conforma avança. Algumas fases isoladas podem exigir um pouco mais de habilidade e repetição, mas nada que faça o jogador recorrer a save states.
Adventure in Gemstone Islands apresenta uma experiência sólida e fiel à proposta clássica de Super Mario World, com bom design de fases, variedade visual e dificuldade equilibrada. A exploração é incentivada de forma justa, resultando em uma jogabilidade envolvente e consistente, sendo recomendada para o fãs da franquia.


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Admin On quinta-feira, 30 de abril de 2026 0 Comments

Gênero: Ação / Tiro
Ano: 1991
Fabricante: HAL Laboratory
Sempre que um novo console é lançado, é interessante observar como os desenvolvedores usarão a nova tecnologia. No caso do Wii, a mecânica de movimento do controle foi adicionada a todos os jogos indiscriminadamente. Talvez a tecnologia mais usada em excesso tenha sido o Modo 7 do SNES. Quando usado corretamente, ele introduziu novas experiências a muitos gêneros já consagrados. Títulos como Pilotwings, F-Zero e Super Castlevania 4 realmente mostraram seu potencial. Mas para cada um desses, havia muitos outros títulos que o utilizavam de forma gratuita e sem motivo aparente. Um título do SNES frequentemente esquecido é HyperZone. Embora pareça semelhante a F-Zero, é um jogo de tiro, e um bom jogo, mas poderia ter sido melhor.

A comparação com F-Zero é inevitável. HyperZone utiliza o Modo 7 do SNES para apresentar uma pista extensa e repleta de detalhes. Vai além, espelhando a pista também no teto. Pode parecer estranho à primeira vista, mas confere um aspecto mais completo. A escala é quase perfeita, sem a pixelização excessiva vista em outros títulos que utilizaram o Modo 7 de forma intensiva. Cada fase é temática, com as zonas de gelo, floresta e fogo obrigatórias. Mas também incluem uma paisagem urbana particularmente impressionante. Embora HyperZone seja frequentemente esquecido, foi um dos primeiros jogos a demonstrar o potencial do SNES. A trilha sonora consiste em techno pulsante, decente, mas não memorável.
Embora se pareça com F-Zero, a jogabilidade é completamente diferente. A melhor maneira de descrevê-lo é como um filho bastardo mutante de Space Harrier com F-Zero. Além da aparência, em HyperZone você controla uma nave que se move ao longo de uma pista como no jogo de corrida da Nintendo. A diferença é que você pode se mover livremente pela tela, como no clássico de arcade da Sega. Digo livremente, mas na realidade, sair dos limites da pista causa dano. Mas você entendeu a ideia.

Assim como em Space Harrier, o objetivo do jogo é manter-se em movimento, sem parar. Isso é crucial por alguns motivos. As ondas de inimigos são frequentes e geralmente agressivas em seus ataques. Você pode reduzir a velocidade manualmente, principalmente para recuperar energia nas paradas, mas isso o torna um alvo mais fácil. Mais importante ainda, perder muita velocidade reduz sua energia. O objetivo é abater o máximo de inimigos possível para acumular pontos e ganhar vidas extras e, principalmente, novas naves. Ao atingir certas pontuações, você ganha uma nova nave. Essas naves vêm com um raio de carga que muda de tamanho ou carrega mais rápido conforme você progride. Existem seis no total e, mesmo jogando casualmente, a maioria dos jogadores conseguirá a última até o final do jogo.
Como cada nível é temático, eles trazem novos perigos e inimigos correspondentes. O Forno Alto introduz pilares de chamas junto com seus inimigos temáticos de fogo. A Velha Capital tem inimigos que aparecem por trás e causam dano massivo. Além dos novos inimigos, a pista também evolui. O caminho reto e simples começa a se dividir, às vezes em três caminhos e até mesmo em um beco sem saída. Nem sempre há uma rota de conexão para os outros caminhos, forçando você a sofrer um pouco de dano para mudar. Há muitos motivos para fazer isso, principalmente para evitar inimigos e possivelmente se curar.

HyperZone é um jogo bastante simples, e esse é justamente o problema. O jogo é superficial; não há outras armas além do tiro carregado e do ataque normal. Mesmo com seis novas naves, você dificilmente notará alguma diferença entre elas. O design das "pistas" também poderia ser mais interessante. Embora você possa se mover livremente pela tela, ainda está seguindo um caminho. Quando ele se ramifica e se divide, fica interessante. Mas esses momentos não são tão frequentes. Você passa a maior parte do tempo em um caminho reto e tedioso.
A curva de dificuldade em HyperZone é extremamente íngreme. Após os dois primeiros níveis, os inimigos atacam em enxames rotineiramente. O sistema de escalonamento facilita o cálculo da distância, mas ainda é fácil ser atingido pelos disparos inimigos. As paradas para descanso se tornam menos frequentes, mais curtas e, pior ainda, geralmente acompanhadas por um grupo de inimigos. A morte é frequente; na metade do jogo, quatro ou cinco golpes são suficientes para eliminá-lo. O jogo concede uma vida extra a cada 30.000 pontos, mas você não a verá com frequência. Pior ainda do que a falta de vidas extras é a ausência de continues. São oito níveis, o que torna este um jogo de duração média. É extremamente frustrante ter que começar do zero todas as vezes. Mesmo um número limitado de continues teria sido melhor.

Em suma, HyperZone começa bem, mas perde o fôlego no final. A jogabilidade simples não vai prender sua atenção por muito tempo. Os ótimos valores de produção não conseguem esconder o fato de que este é apenas um jogo um pouco acima da média.


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