O lorde das trevas Drokmar entrou em posse do Orbe Negro, um artefato que lhe dará o poder de governar o mundo. Como o 'Valente', cabe a você escalar os 51 andares da Torre do Dragão para impedir seus planos maléficos.
Como o herói Alan, você tem apenas uma espada e um escudo. Seus ataques possuem uma barra de carga que, quando cheia, produz um ataque à distância diferente, dependendo da sua arma atual. É daí que vem a espada mágica do título. Ao derrotar os diversos chefes da torre, você receberá espadas mais poderosas, embora, fora o ataque carregado, você não perceba a diferença.
Embora não haja um sistema de experiência ou loja, Magic Sword possui uma grande variedade de itens mágicos. Alguns diriam até que são demais. Há muitas moedas e bugigangas que concedem pontos. Além disso, existem diversos itens de comida que restauram a saúde e inúmeros artefatos. Esses itens concedem bônus como aumento do poder de ataque, tempo de recarga mais rápido, escudos, etc. Também existem muitos itens hostis, como cogumelos venenosos que impedem ataques e baús de tesouro com armadilhas. O item mais comum são as chaves, usadas para abrir celas e portas.
Diferente da versão de arcade, infelizmente, a versão de Magic Sword para SNES não possui modo cooperativo para dois jogadores. Mas pelo menos você não estará sozinho nessa aventura. Há oito parceiros em potencial atrás de portas trancadas. Cada parceiro pertence a uma classe de D&D, como ladrão, sacerdote, ninja e cavaleiro. Cada personagem possui uma barra de vida separada e subirá de nível conforme você progride, contanto que você não troque de personagem. Eles também possuem pontos fortes e fracos. Por exemplo, o Homem das Cavernas é fisicamente o mais forte, mas tem um alcance curto. A Amazona é rápida, mas tem baixo poder de ataque. O Sacerdote é forte contra mortos-vivos e pode se proteger com uma barreira, mas tem um longo tempo de recarga entre os ataques. O Homem-Lagarto, requer um item especial para ser recrutado, mas vale a pena. Você só pode ter um parceiro, mas cada fase oferece ampla oportunidade para trocar de personagem, se desejar.
Existem cinquenta andares na Torre do Dragão, o que parece muito, e de fato é. No entanto, Magic Sword tem uma duração média. A maioria dos andares consiste em um caminho reto e dura apenas um ou dois minutos. Alguns oferecem apenas alguns baús antes da saída e duram trinta segundos. Assim como na versão arcade, você tem a opção de começar em vários pontos predefinidos, até o trigésimo terceiro andar. Isso reduz bastante o tempo necessário para completar o jogo e é incrivelmente generoso. Isso é especialmente importante, já que não há sistema de saves nem passwords para salvar o progresso.
A opção de pular fases também é importante, já que o jogo é muito repetitivo. A Capcom fez o possível para manter a variedade na versão arcade e, na maior parte do tempo, funcionou. É nesse ponto que a versão para SNES deixa a desejar. Vários inimigos foram removidos, o que significa que você enfrentará os mesmos três ou quatro inimigos durante a maior parte do jogo. O número de inimigos por fase também foi reduzido e a escassez de certos níveis é imediatamente perceptível. É admirável que tenham mantido todas as cinquenta fases da versão arcade, mas o jogo precisava de todo o seu conteúdo para evitar a repetição. Isso prejudica o jogo, além da ausência do modo multijogador.
O jogo oferece bons gráficos, e o personagem principal, os inimigos e todo o ambiente são muito bem desenhados, além de as animações serem bastante boas. A qualidade visual está acima da média, sem mencionar os efeitos de magia, que são bem decentes. A trilha sonora é razoável, nada que seja exatamente memorável. Os efeitos sonoros cumprem bem o seu papel, apesar do som de "perigo" quando você está prestes a morrer ser bastante irritante.
Acerca da dificuldade, Magic Sword era um jogo mesquinho nos arcades; você tinha duas vidas por ficha, o que não era basicamente nada. No console, a situação é a mesma, mas você também recebe apenas três créditos para completar o jogo, uma tarefa árdua. O jogo tem golpes baixos a cada instante, desde o surgimento repentino de inimigos até baús de tesouro com armadilhas. Comidas que restauram vida mal recuperam energia e não são comuns. Os chefes são esponjas de dano enormes, com barras de vida gigantescas, o que faz com que as lutas se arrastem. A versão para consoles precisava de um balanceamento, e o jogo sofre por isso.
Mesmo com sua alta dificuldade e repetitividade, Magic Sword ainda é divertido. Ele sofre com valores de produção reduzidos e quedas de desempenho significativas, mas ainda assim o recomendaria para fãs do gênero.
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