Admin On sexta-feira, 19 de junho de 2026
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Gênero: Esporte
Ano: 2026
Hacked: Equipe Falcon Brasil
Editores: Gabriel Freitas, Manoel Messias
A Copa do Mundo é maior evento esportivo do planeta. E para comemorar, temos mais uma super hack da equipe Falcon Brasil: World Cup 2026 Superstar Soccer, uma hack feita para o público amante da versão Deluxe.
A hack faz parte da coletânea de versões do game mais querido do Brasil, o International Superstar Soccer, com o tema Copa do Mundo 2026. A coletânea é composta pela versão japonesa (ISS), versão americana/europeia (ISS) e Deluxe. Essa é para ficar na história!
Esta versão foge aos padrões originais do game, pois possui algumas modificações que você não encontrará em nenhuma outra hack de ISSD: modo Copa do Mundo com grupos reais; jogadores com nomes reais e, diferente do game original, onde cada nome possui apenas 8 caracteres, nesta versão foi possível escrever nomes completos com até 10 caracteres; troféu realista da Copa do Mundo de 2026; bola e moeda oficiais; todos os times presentes no modo Copa, sem faltar uma única equipe, todas com uniformes atuais; jogabilidade realista; melhorias na I.A. do game, como overall fiel e skills detalhadas, desenvolvidas após uma longa pesquisa para garantir que cada jogador se comporte o mais próximo possível da vida real.
Os goleiros também ganharam mais realismo com o tiro de meta preciso, cobrando com força moderada e de maneira mais natural.
O menu traz uma ótima novidade: você pode escolher o time por grupo real da Copa do Mundo de 2026, ou seja, cada slot representa um grupo oficial. Para quem gosta de jogar por mais tempo, a hack conta ainda com save state automático.
Editores responsáveis pelo projeto: Manoel Messias e Gabriel Firmino.
Apoio: Marcos Fernandes, Pedro Ribeiro, Efraim Franco, Tardeli Costa, Sávio Melo, Marcos Allan, Thiago Toellyton e Rafael Velloso.
Lançado pela Irem em 22 de dezembro de 1993 exclusivamente para o Super Famicom japonês, Ganbare! Daiku no Gen-san ocupa um lugar curioso na história dos jogos de plataforma de 16 bits: é, ao mesmo tempo, herdeiro direto de uma franquia já consolidada e um exemplo de como certos títulos de qualidade técnica notável permaneceram restritos ao mercado japonês. O jogo é o quinto título da série Hammerin' Harry da Irem e a única entrada da franquia lançada para o SNES.
Gen-san. chamado de Harry na versão americana do arcade, é um carpinteiro que, após terminar mais uma obra perfeita, vê sua construção ser destruída por uma bomba plantada por uma construtora rival chamada Rusty Nail, que deseja eliminar a concorrência destruindo tudo que não é dela; armado com seu martelo de construção, Gen-san parte então para tirar satisfação com os responsáveis. É essa premissa simples, vingança cômica de um trabalhador contra uma megaempresa antiética, que sustenta o humor do restante da experiência.
O jogador avança por fases golpeando inimigos com um martelo gigante, em uma estrutura que mistura plataforma com elementos de "luta de rua" cartunesca. A campanha se organiza em cinco estágios, cada um dividido em duas áreas, sendo necessário derrotar um chefe ao final de cada uma para avançar. Diferente do arcade original da série, notoriamente punitivo, esta versão de Super Famicom introduz uma barra de vida, o que torna a progressão bem mais tolerante a erros, tornando-se assim bem mais acessível.
O combate, no entanto, vai além do simples avançar e golpear: além dos power ups que concedem poder de dano ou escudo, Gen-san pode bloquear ataques com o próprio martelo e ainda se esquivar agachando-se ou se pendurando no teto em determinados pontos do cenário, podendo também arremessar o martelo quando precisa de um ataque à distância.
Em algumas fases o jogador precisa usar uma moto, mas por um período curto, com a tela se deslocando automaticamente, de modo que não é necessário se preocupar em acelerar ou frear, bastando se movimentar dentro do espaço da tela. Esse tipo de segmento funciona como uma pausa no ritmo de combate, introduzindo um desafio de posicionamento e reflexo distinto do restante do jogo.
Visualmente, os gráficos são muito bons e detalhados, especialmente para o padrão de 1993. Esse cuidado visual se reflete tanto no protagonista quanto na galeria de adversários, que aposta deliberadamente no absurdo: inimigos como gatos de aparência estranha ou senhoras idosas varrendo o chão, muitos surgindo inesperadamente de trás de objetos do cenário.
A escolha estética é claramente intencional: todo o jogo segue o estilo SD (super deformed), com personagens de corpos pequenos e cabeças grandes, e traços exagerados propositalmente para gerar comicidade. O exagero visual aqui não é um mero recurso estético gratuito, mas está diretamente a serviço do tom de comédia pastelão que permeia toda a premissa (a vingança "engraçada" de um carpinteiro contra uma construtora vilã).
A trilha sonora cumpre o seu papel, consegue combinar a ambientação dos cenários com a ação reproduzida na tela. No entanto, não passa disso, visto que carece de músicas memoráveis.
Ganbare! Daiku no Gen-san é mais um daqueles jogos obscuros que ficou restrito ao Japão, mas que merece uma chance para aqueles que buscam conhecer esse tipo de pérola perdida na vasta biblioteca do console.
Admin On terça-feira, 16 de junho de 2026
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Gênero: Esporte
Ano: 2026
Hacked: Equipe Falcon Brasil
Editores: Pedro Ribeiro, Tardeli Costa
A Equipe Falcon Brasil orgulhosamente apresenta o mais novo projeto para os amantes do futebol retrô: ISS FIFA WORLD CUP 2026!
A maior competição do planeta chegou, e com a Copa do Mundo de 2026 agitando os gramados na vida real, os editores Tardeli Costa e Pedro Ribeiro uniram forças para modificar a ROM clássica do Super Nintendo, trazendo toda a atmosfera do torneio diretamente para o seu console ou emulador. E este é apenas o começo: pois haverá ainda mais novidades e lançamentos de ROMs temáticas da Copa do Mundo 2026 vindo por aí!
Confira abaixo tudo o que foi modificado e atualizado para transformar a sua experiência de jogo:
1. VISUAL E INTERFACE TEMÁTICA
Nova Tela de Introdução: Imagem de abertura totalmente estilizada com o tema oficial da Copa do Mundo 2026.
Identidade Falcon Brasil: A tradicional logo da Konami dá lugar à logomarca especial de seleções da Equipe Falcon Brasil.
Tela de Apresentação: Logomarca personalizada exibindo o logo oficial da competição.
Menu Select Renovado: Menus de seleção totalmente customizados no clima do mundial.
Fundo Móvel Exclusivo: Animação de fundo personalizada com o texto "Tardeli Costa - Superstar Soccer".
Bandeiras Realistas: Todas as bandeiras das seleções foram refeitas do zero, buscando o máximo de realismo dentro das limitações técnicas do Super Nintendo.
2. ÁUDIO E IMERSÃO
Abertura Narrada: Áudio clássico de introdução modificado. Agora, a icônica voz do narrador do International Superstar Soccer Deluxe anuncia orgulhosamente: "FIFA WORLD CUP 2026!"
3. ELENCOS, UNIFORMES E ATRIBUTOS
Convocações Atualizadas: Elencos montados com os jogadores reais convocados para a Copa, trazendo os titulares mais utilizados na atualidade.
Aparência e Numeração: Visual dos atletas editado detalhadamente. A numeração respeita o limite do jogo (de 1 a 15), mas foi alinhada o máximo possível com os números reais dos jogadores.
Uniformes Oficiais: Kits de jogo e detalhes das camisas personalizados de acordo com o que as seleções estão vestindo nos gramados.
Equilíbrio de Skills: As habilidades foram baseadas nos atributos originais do game, mas mescladas com a realidade atual. Se o jogador é um craque na vida real, ele será forte no jogo; se for um jogador mediano, suas habilidades refletirão isso.
Sistema de Estrelas e Gráficos: Cada seleção conta com um gráfico de barras mostrando a média de cada setor (ataque, meio e defesa). Para facilitar a leitura, foi adicionado um sistema de avaliação por estrelas acima do gráfico com uma, duas, três ou quatros estrelas, sendo as seleções respectivamente como seleção fraca, média, forte e super forte.
4. DETALHES NO GRAMADO E PREMIAÇÃO
Sorteio Customizado: Moeda e bola personalizadas na tela de escolha de lado. A bola oficial utilizada é a clássica Trionda.
Ambiente do Estádio: Muretas do estádio customizadas com texturas da competição.
Placar de Gols: A logomarca da Copa de 2026 aparece estilizada na tela toda vez que a rede balança.
A Grande Conquista: O troféu oficial da Copa do Mundo aguarda o campeão no modo International Cup.
Alinhando a nostalgia do melhor futebol de 16-bits com a modernidade do maior esporte do mundo, a Equipe Falcon Brasil entrega um trabalho feito de fãs para fãs. Prepare a sua torcida, escolha a sua seleção e venha erguer a taça no ISS FIFA WORLD CUP 2026!
5. SELEÇÕES
Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá, Colômbia, Coréia do Sul, Croácia, E.U.A, Egito, Equador, Escócia, Espanha, França, Haiti, Holanda, Inglaterra, Japão, Marrocos, México, Noruega, Paraguai, Portugal, Senegal, Suécia, Suíça, Uruguai
Admin On segunda-feira, 8 de junho de 2026
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Gênero: Ação
Ano: 1992
Fabricante: Contribute / Bandai
Para compreender Magical Taruruuto-kun: Magic Adventure, é necessário primeiro entender a propriedade intelectual que o originou. Magical Taruruto-kun é uma série de mangá escrita e ilustrada por Tatsuya Egawa, serializada na revista Weekly Shōnen Jump da Shueisha de novembro de 1988 a setembro de 1992.
A série foi adaptada em anime pela Toei Animation, totalizando 87 episódios e três filmes, entre 1990 e 1992. O jogo do Super Nintendo surge exatamente nesse momento de auge da franquia, aproveitando o pico de popularidade do anime para lançar um título que pudesse capitalizar sobre a base de fãs jovens no Japão.
Magical Taruruuto-kun: Magic Adventure é um jogo de ação desenvolvido pela TOSE e publicado pela Bandai, lançado no Japão em 1992. A TOSE era conhecida por desenvolver jogos licenciados para outras empresas, operando frequentemente nos bastidores, uma prática que explicaria parte do caráter genérico, mas competente da execução técnica do título.
O título nunca foi lançado fora do Japão, sendo um daqueles jogos de SNES peculiares e charmosos que jamais saíram do Japão. Isso o inseriu numa categoria específica de objetos de colecionismo retro: títulos exclusivos japoneses que permanecem como cápsulas do tempo culturais, acessíveis apenas por importação ou emulação.
O jogo é um título de ação em que o jogador controla Taruruto. A narrativa gira em torno do sequestro de Iyona Kawai pelo vilão Raiba, e o objetivo é persegui-lo ao longo de cinco mundos. Cada um dos cinco mundos funciona como um mundo temático, com chefe ao final.
O aspecto mais interessante do jogo reside em suas mecânicas de gameplay, que tentam traduzir os poderes mágicos de Taruruto para a linguagem do videogame de plataforma. Taruruto pode atacar inimigos com sua língua, além de comer os takoyaki (comida típica japonesa) espalhados pelas fases. Os takoyaki também funcionam como plataformas, portanto não devem ser todos consumidos. Ao final de cada nível, os takoyaki acumulados podem ser trocados por melhorias temporárias de poder.
Essa dualidade, os takoyaki como recurso comestível e como plataforma, confere uma pequena dose de pensamento estratégico ao que seria uma experiência puramente reflexiva. O jogador precisa calcular o custo-benefício entre usar os bolinhos como apoio para traversão de plataformas difíceis ou guardá-los para upgrades posteriores.
O jogo implementa dois modos de dificuldade: Boy Mode e Girl Mode, sendo o primeiro mais difícil. Essa distinção, comum em títulos japoneses da época destinados a públicos mistos, demonstra a consciência dos desenvolvedores quanto à diversidade do público-alvo da franquia. O anime de Taruruuto-kun tinha apelo tanto entre meninos quanto entre meninas.
No mapa-múndi, a experiência se diversifica: ao percorrer o mapa, Taruruto pode encontrar amigos e inimigos que o desafiam para minigames. Esses encontros aleatórios quebram o ritmo da progressão linear e inserem variedade, ainda que de forma modesta.
O jogo apresenta níveis coloridos e levemente surrealistas: ilhas flutuantes, cogumelos gigantes, e inimigos que parecem ter escapado de um desenho animado de sábado de manhã. A estética é fiel ao espírito do anime original: descompromissada, vibrante e voltada para o público infantil. Os sprites dos personagens capturam razoavelmente bem as expressões exageradas que eram marca registrada do estilo de Tatsuya Egawa.
A trilha sonora segue o padrão dos títulos Bandai da era: melodias alegres e aceleradas, competentes em manter o clima de aventura despreocupada, mas sem a memorabilidade que distingue as grandes trilhas de granes clássicos.
Magical Tarurūto-kun: Magic Adventure entretém, apresenta mecânicas modestas, mas funcionais, é visualmente coerente com sua propriedade de origem e oferece uma experiência que, se não surpreende, tampouco desaponta. Para o fã da franquia, representa uma oportunidade de revisitar personagens queridos em um formato interativo. Para o entusiasta de retrogaming, é uma janela para o universo dos jogos de licença japoneses, território fértil, eclético e frequentemente subestimado na historiografia dos videogames.